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O renascimento dos dirigíveis já está em andamento. Junte-se a nós!

14 julho 2026, 10:48
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Em tempos, os dirigíveis eram os reis dos céus.
No início do século XX, transportavam passageiros através dos oceanos e entregavam cargas onde os aviões não conseguiam chegar. No entanto, após a catástrofe do «Hindenburg» em 1937, o desenvolvimento dos dirigíveis ficou praticamente estagnado durante quase um século.

Mas foi apenas uma pausa. Hoje, uma equipa de engenheiros, projetistas e investigadores de topo trabalha no renascimento dos dirigíveis em parceria com líderes científicos — a Universidade Técnica Estatal Bauman de Moscovo (MGTU) e o Instituto de Aviação de Moscovo (MAI).

Em 2024, para concretizar este objetivo, foi criada a empresa «AERONOVA» e lançado o projeto «Dirigíveis de nova geração». Em menos de dois anos, o projeto apresentou resultados que impressionaram até os céticos.

O primeiro dirigível não tripulado NOVA-01 já levantou voo. Logo depois, o aparelho híbrido AEROLЁT-01 iniciou os ensaios de voo.

E já em 2026, a «AERONOVA» apresentará o primeiro dirigível não tripulado de grande porte — o NOVA-2, com cerca de 40 metros de comprimento.

Porque é que os dirigíveis estão a regressar?

Liberdade face à infraestrutura: possibilidade de descolagem e aterragem sem aeródromo, entrega de cargas às regiões mais remotas, como o Ártico e a Iacútia.
Poupança e sustentabilidade: consumo de combustível várias vezes inferior ao da aviação, emissões mínimas e baixos níveis de ruído.
Estabilidade: capacidade de pairar sobre um ponto designado sem consumo de energia, relevante para investigação, monitorização e combate a incêndios.

O mercado global já reconheceu amplamente o potencial destes dirigíveis.
Não se trata de nostalgia do passado, mas do próximo capítulo da aviação. E ele está a ser escrito agora mesmo na Rússia. Veja o vídeo e sinta-se parte do renascimento de todo um setor.

Saiba mais sobre o projeto «Dirigíveis de nova geração».

*Tradução feita por inteligência artificial.

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